Prezado público leitor do PALIgAP, volto a me desculpar por ainda não achar a melhor maneira
para que todos consigam postar seus “comments”. Enquanto isso, recebi email de um amigo de iniciais S.M. (não é “sado-masoquista”, mas talvez seja quase isso: outro palmeirense!!), que terminava assim:
“De qualquer forma, esta leitura tardia serviu para me colocar a par do que você escreve sobre música, em especial dos discos de vinil, os quais ainda considero objeto de fetiche e paixão.
Vou acompanhar agora suas crônicas e aprender um pouquinho mais sobre música e suas histórias, às vezes mais interessantes do que o próprio conteúdo do disco.”
Respondi agradecendo, e a tréplica veio assim:
“Acho que na próxima geração já não haverá mais discos, CDs ou mesmo obras completas de cada autor, apenas músicas, sem ficha técnica ou histórias para serem contadas! Pelo menos ainda tentamos dar uma sobrevida a estas histórias tão ricas.”
Estou publicando esse comentário do S.M. primeiramente pela razão óbvia de que apreciei os elogios ao blog, mas, além de tudo pelos trechos que estou sublinhando.
A maior parte da última frase do S.M. já tem sido objeto de debate com meus amigos disqueiros, e há até aqueles que são a favor de que, num futuro próximo, “não haja mais discos, CDs ou mesmo obras completas de cada autor, apenas músicas”.
Vamos pensar mais seriamente como fica essa questão “das histórias”... ou "estórias".










